O SENHOR É CONTIGO, HOMEM VALOROSO...

"NÃO TENTE SE TORNAR UM HOMEM DE SUCESSO. EM VEZ DISSO, TORNA-SE UM HOMEM DE VALOR." - ALBERT EINSTEIN

quarta-feira, 26 de agosto de 2020

PRINCÍPIOS BÁSICOS DA PROSPERIDADE:

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3. A PROSPERIDADE É "FRUTO E RESULTADO DE OBJETIVOS RELEVANTES, PROPÓSITOS BEM DEFINIDOS". 

 

A pergunta que se deve fazer é esta: Para qual objetivo e propósito eu quero ter dinheiro? Para que eu quero ser prospero e bem resolvido financeiramente? A LEI DA INTENÇÃO. Falaremos agora sobre o poder da Intenção. Para que você deseja ter o dinheiro, quais as motivações pessoais da riqueza.  

Um princípio tem que ser observado na questão prosperidade é os propósitos, Deus (isto em tese a prosperidade que vem de Deus), não colocará dinheiro na mão de pessoas que não tem objetivos relevantes.  

Quando chegamos diante de Deus pedindo riquezas para que possamos sim ter uma vida bem resolvida, mas também para investir no reino, em orfanatos, asilos, casa de recuperação, assistência social, missões e muitas outras áreas que poderíamos observar aqui, aí assim podemos dizer que tenho e temos objetivos relevantes.  

O objetivo é de suma importância no caminho da prosperidade. Entendo que de uma forma explícita está era uma das coisas que o Senhor Jesus abordou no sermão da montanha falando sobre riquezas.  

 

         "Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam; Mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam. Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração" - (Mt6.19-21).  

 

         Devemos levar em consideração a palavra "ajunteis", "tesouro", "terra", "céus". São palavras sentenciais no texto. O que seria ajunteis, será que Jesus estava sendo contra as economias pessoais que cada pode vir a ter? Será que Jesus é contra poupança, ter investimentos ou possivelmente ter dinheiro? São perguntas que possivelmente responderemos aqui.  

 

         Quero aqui aproveitar o ensejo e abordar um assunto muito contextua: DAR DINHEIRO NA IGREJA. 

 

Dar dinheiro na igreja tem sido uma prática cada vez mais questionada. Certamente em virtude dos abusos de lideranças religiosas de caráter duvidoso, e a suspeita de que os recursos destinados à causa acabam no bolso dos apóstolos, bispos e pastores, não são poucas as pessoas que se sentem desestimuladas à contribuição financeira. Outras tantas se sentem enganadas, e algumas o foram de fato. Há ainda os que preferem fazer o bem sem a intermediação institucional. Mas o fato é que as igrejas e suas respectivas ações de solidariedade vivem das ofertas financeiras de seus frequentadores e fiéis. Entre as instituições que mais recebem doações, as igrejas ocupam de longe o primeiro lugar na lista de valores arrecadados. Por que, então, as pessoas contribuem financeiramente nas igrejas? 

 

Não são poucas as pessoas que tratam suas contribuições financeiras como investimento. Contribuem na perspectiva da negociação: dou 10% da minha renda e sou abençoado com 100% de retorno. Tentar fazer negócios com Deus é um contra-senso, pois quem negocia sua doação está preocupado com o benefício próprio, doa por motivação egoísta, imaginando levar vantagem na transação. É fato que quem muito semeia, muito colhe. Mas essa não é a melhor motivação para a contribuição financeira na igreja. 

 

Há quem contribua por obrigação. É verdade que a Bíblia ensina que a contribuição financeira é um dever de todo cristão. A prática do dízimo, instituída no Antigo Testamento na relação de Deus com seu povo Israel foi referida por Jesus aos seus discípulos, que deveriam não apenas dar o dízimo, mas ir além, doando medida maior, excedendo em justiça. A medida maior era na verdade muito maior. Os religiosos doam 10%, os cristãos abrem mão de tudo, pois crêem que não apenas o dízimo pertence a Deus, mas todos os recursos e riquezas que têm em mãos pertencem a deus e estão apenas sob seus cuidados. 

 

Alguns mais nobres doam por gratidão. Pensam, “estou recebendo tanto de Deus, que devo retribuir contribuindo de alguma maneira”. Nesse caso, correm o risco de doar apenas enquanto têm, ou apenas enquanto estão sendo abençoados. A gratidão é uma motivação legítima, mas ainda não é a melhor motivação para a contribuição financeira. 

 

Existem também os que contribuem em razão de seu compromisso com a causa, com a visão, acreditam em uma instituição e querem por seu dinheiro em algo significativo. Muito bom. Devem continuar fazendo isso. Quem diz que acredita em alguma coisa, mas não mete a mão no bolso, no fundo, não acredita. Mas essa motivação está ainda aquém do espírito cristão. Aliás, não são apenas os cristãos que patrocinam o que acreditam. 

 

Muitos são os que doam por compaixão. Não conseguem não se identificar com o sofrimento alheio, não conseguem viver de modo indiferente ao sofrimento alheio, sentem as dores do próximo como se fossem dores próprias. Seu coração se comove e suas mãos se apressam em serviço. A compaixão mobiliza, exige ação prática. Isso é cristão. Mas ainda não é suficiente. 

 

Poucos contribuem por generosidade. Fazem o bem sem ver a quem. Doam porque não vivem para acumular ou entesourar para si mesmos. Não precisam ter muito. Não precisam ver alguém sofrendo, não perguntam se a causa é digna, não querem saber se o destinatário da doação é merecedor de ajuda. Eles doam porque doar faz parte do seu caráter. Simplesmente são generosos. Gente rara, mas existe. O relacionamento com Jesus gera esse tipo de gente. 

 

Finalmente, há os que contribuem por piedade. Piedade, não no sentido de pena ou dó. Piedade como devoção, gesto de adoração, ato que visa apenas e tão somente manifestar a graça de Deus no mundo. Financiam causas, mantém instituições, ajudam pessoas, tratam suas posses como dádivas de Deus, e por isso são gratos, e são generosos. Mas o dinheiro que doam aos outros, na verdade entregam nas mãos de Deus. Para essas pessoas, contribuir é adorar. 

 

“A comunicação é senhora das nossas emoções e sentimentos”. Bons sentimentos produzem boas realizações e maus sentimentos produzem más realizações.  Emoções positivas e emoções negativas para ser bem sucedido com o dinheiro.


Ademilson Gomes de Oliveira. 

Capítulo do Livro que será lançado, "o que é prosperidade?". 

CATANDUVA - SP.

NAIOTE PLACE. 

segunda-feira, 27 de julho de 2020

PRINCÍPIOS BÁSICOS DA PROSPERIDADE:


(2). A PROSPERIDADE É "FRUTO E RESULTADO DE UMA SEMEADURA" OU SEJA, UMA (DOAÇÃO).

 Aqui temos em foco o poder de uma semente. A semente nos leva prosperidade.

 E semeou Isaque naquela mesma terra, e colheu naquele mesmo ano cem medidas, porque o SENHOR o abençoava. E engrandeceu-se o homem, e ia enriquecendo-se, até que se tornou mui poderoso. E tinha possessão de ovelhas, e possessão de vacas, e muita gente de serviço, de maneira que os filisteus o invejavam - (Gn26.12-14).

Lei da semeadura:

“Porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará” - (Gl6.7).

Em nove palavras simples a Bíblia descreve aquele que pode ser mais poderoso e difundido princípio de vida na terra. A lei do semear e ceifar são tão universais quanto à gravidade, tão implacável quanto à fricção e tão inevitável quanto à morte e os impostos.

Pensamento:

1.     Semeai um hábito, e colhereis um caráter.

2.     Semeai um caráter, e colhereis um destino.

3.     Semeai um destino, e colhereis a Deus.

Prof: Huston Smith

Muitos homens ao longo da história conheciam a lei da semeadura:

1.      Isaque conhecia a Lei do Semear - (Gn26.12).

2.     Davi conhecia a Lei do Semear - (Sl126.5,6).

3.     Paulo conhecia a Lei do Semear - (2Cor9.6,8,10,11).

4.  Jesus conhecia a Lei do Semear - (At20.35).  O que o Senhor Jesus estava revelando a seus seguidores quando disse estas palavras? Ele estava revelando sobre a “Lei da Semeadura”.

Semear e ceifar andam juntos:

         Analisando Lucas 6.31-38.

Jesus estava mostrando aos seus discípulos que se queremos ter uma boa colheita, temos que fazer uma boa semeadura.

  1. Se plantarmos amor, receberemos amor.
  2. Se plantarmos misericórdia, alcançaremos misericórdia.
  3. Se plantarmos juízo, seremos também julgados.
  4. Se plantarmos condenação, seremos também condenados.
  5. Se plantarmos perdão, seremos perdoados.
  6. Se plantarmos o dar, será nos dado também.

A medida da benção de Deus:

Daí (A Semente).

  1.  Será dado
  2.  Para vós
  3.  Boa medida
  4.  Recalcada
  5.  Sacudida
  6.  Transbordante
  7.  Deitarão-vos no vosso regaço - (A Colheita).

O Dr. Roberts resumiu da seguinte forma, que toda vez que você dar, deve:

  1. Escrever a colheita esperada.
  2. Agradecer a Deus a colheita.
  3. Esperar receber;
  4. Continuar dando até que a colheita venha, porque, quando ela vier poderei dar ainda mais.

 

Cinco coisas que Deus dá ao semeador:

 

         Em Isaías 30.23 diz:    “Então te dará chuva sobre a tua semente com que semeares a terra, como também pão da novidade da terra, e esta será fértil e cheia: naquele dia o teu gado pastará em lugares largos de pasto”.

 

              1.   Deus dá chuva -   “Então te dará chuva...”

              2.   Deus dá  a semente -  “...sobre a tua semente com que semeares...”

              3.   Deus dá a terra para semear – “...a terra...”

              4.   Deus dá o pão – “...como também pão da novidade da terra...”

              5.   Deus dá colheita abundante – “...e esta será fértil e cheia:  naquele dia o teu gado pastará em lugares largos de pasto.

 

O círculo de amor.

Bryan socorreu uma mulher que estava com o pneu do seu carro furado, ela muito grata quis paga-lo, mas ele não quis receber, a mulher vai alguns quilômetros adiante e para num pequeno restaurante, chovia e entrou para comer alguma coisa, a garçonete ao ver entrar, logo se aproximou trazendo a mão uma toalha limpa para que pudesse secar o cabelo molhado e trazia um lindo sorriso tão doce que mesmo um dia inteiro de trabalho não poderia apagá-lo, a mulher notou que ela estava grávida e com muitas dores, pois já estava entre o seu oitavo mês de gravidez, ela ficou curiosa para saber como alguém que parecia ter tão pouco podia tratar tão bem um estranho. Então se lembrou de Bryan.

Depois enquanto a garçonete buscava a troca para a nota de cem dólares que a mulher havia lhe entregado pelo que havia gastado, a mulher se retirou, quando a garçonete voltou à mesa com o troco, encontrou um guardanapo, com algumas notas de cem dólares debaixo, e no guardanapo estava escrito:

“Você não me deve nada, eu já tenho o bastante. Alguém me ajudou não faz muito tempo, e da mesma forma estou ajudando você agora. Se realmente quiser me retribuir, não deixe este circulo de amor terminar em você”.

A garçonete voltou ao trabalho, e ao voltar à noite para casa foi dormir, notou que seu marido estava ao lado com expressão preocupada, pois o bebê estava chegando no próximo mês e as coisas para eles não estavam nada fácil, deu lhe um beijo e disse ao seu ouvido.

Tudo ficara bem. Eu te amo Bryan

Lembre-se, a lei da semeadura é infalível...


Ademilson Gomes de Oliveira. 

Capítulo do Livro que será lançado, "o que é prosperidade?". 

CATANDUVA - SP.

NAIOTE PLACE.  


terça-feira, 7 de julho de 2020


PRINCÍPIOS BÁSICOS DA PROSPERIDADE:


(1). A prosperidade é "fruto e resultado de uma decisão".

         "Nossa vida é feita de decisões". Todos os dias, o dia todo, temos que tomar pequenas e grandes decisões sobre a nossa vida. A que horas acordar, que roupa vestir, no que pensar, qual trabalho priorizar, checar o Facebook ou terminar a tarefa que estamos fazendo. São centenas de decisões que tomamos (incluindo as que não tomamos, pois não fazer nada também é uma decisão).
         Com tantas opções e possibilidades diante de nós, a qualidade de nossa vida depende da rapidez e da qualidade de nossas decisões. Sobre isso, deixe-me compartilhar uma descoberta com você.

         A palavra "decisão" vem do Latim DECIDERE, que significa “determinar, definir, decidir”, formado por DE-, “fora”, e também CAEDERE, que significa “cortar”. Muitas vezes uma decisão implica em cortar fora uma das possibilidades.

         Procurando a origem palavra “decisão” me deparei com algo muito interessante. “Decidir” significa “cortar fora”, eliminar as outras possibilidades, e fazê-lo de pronto, sem hesitação. Você já deve conhecer a palavra “cisão”, que quer dizer “corte”. Pois bem. Uma “de-cisão” quer dizer “corta fora”.

         A decisão é uma determinação ou resolução que se toma acerca de uma determinada coisa. Regra geral, a decisão supõe iniciar ou pôr fim a uma situação; isto é, impõe uma mudança de estado.
         Isso nos ajuda a entender melhor o processo de tomar uma decisão. Envolve focar em uma coisa que devemos fazer, cortar fora rápido as outras opções, e agir. Portanto, nada de dúvida, hesitação, ficar demorando a fazer a escolha, nem ficar com dó de eliminar as outras alternativas. Para decidir, você tem que perder algo, deixar algo de fora.
         Decidir exige coragem, não ter medo de perder. Essa coragem é impulsionada pela certeza de que a escolha feita ultrapassará a perda das outras opções.

         "Quase sempre a maior ou menor felicidade depende do grau de decisão de ser feliz". Abraham Lincoln

         A prosperidade não é fruto do acaso, dormimos e acordamos prósperos! Não, prosperidade é resultado de uma decisão, uma atitude em relação a si mesmo e tudo em nossa volta. Tem pessoas que não querem ser prósperas, e não serão, garanto não serão prósperas, porque para se obter a prosperidade se faz necessário querer, desejar, almejar, partir em busca desta realização.
         Na bíblia temos uma mulher que sofreu de uma hemorragia por doze anos, lembre-se "doze anos" - (Mc5.25). Ou seja, esta mulher sofreu de hemorragia, 144 meses; 4.380 dias; 105.12 horas; 6.307.2 minutos. Todo este sofrimento mudou apenas com uma atitude e uma decisão positiva - (Mc5.30).

         As grandes autoridades em realização dizem que:

Nossos resultados dependem: 10% das nossas habilidades, 20% dos nossos conhecimentos e 70% das nossas atitudes e decisões.

Não se esqueça:

 “A atitude que você toma em relação a vida, é a atitude que a vida vai tomar em relação a você”.

“As ações (atitudes) do homem são os melhores indicadores de seus princípios”. STEPHEN CHARNOCK.

“É nos momentos de decisão que o seu destino é traçado”. Tony Robbins.

Três decisões que você toma a cada momento de sua vida controlam o seu destino. Essas três decisões determinam o que notará, como se sentirá, o que fará e, em última análise, qual será sua contribuição e quem você se tornará. Se você não controla essas três decisões, não controla sua vida. Quando as controla, começa a esculpir sua experiência.

As três decisões que controlam seu destino são:
1.     Suas decisões sobre o que focalizar.
2.     Suas decisões sobre o que as coisas significam para você.
3.     Suas decisões sobre o que fazer para criar os resultados que deseja.

Vamos dar seis indicações rápidas para ajudá-lo a dominar o poder da decisão.
1.     Lembre o verdadeiro poder de tomar decisões.
2.     Compreenda que o passo mais difícil para conseguir alguma coisa é empenhar-se de fato uma decisão verdadeira.
3.     Tome decisões com frequência.
4.     Aprenda com suas decisões.
5.     Comprometa-se com sua decisões, mas seja flexível na execução.
6.     Desfrute tomar decisões.

Decida hoje ser próspero. Decida hoje sair em busca da prosperidade.

Ademilson Gomes de Oliveira. 

Capítulo do Livro que será lançado, "o que é prosperidade?". 

CATANDUVA - SP.

NAIOTE PLACE. 

domingo, 3 de junho de 2018


PRINCÍPIOS QUE NORTEIAM A VIDA DE UM OFERTANTE.


Texto em foco - Mc12.41-44.

         Existem dois tipos de estudantes da Bíblia:
ü Crêem que ela contém a Palavra de Deus, (são os que dizem que partes são inspiradas e outras não).
ü Crêem que ela é a Palavra de Deus, (são os que afirmam que toda a bíblia é inspirada por Deus).

"Ou seja, nós somos os que crêem que tudo que esta na Bíblia foi inspirado por Deus para nosso proveito, então todo texto da Bíblia contém doutrinas e princípios para nossa vida".

         Quando se fala de dinheiro e contribuição na Igreja, destaca-se três pontos:
1.     Os que se aproveitam desta doutrina para tirar proveito pessoal, financeiro;
2.     Os que não reconhecem essa doutrina e se omitem e são omissos.
3.     A dificuldade que temos para tratar esse assunto dentro da Igreja.

         O gazofilacio provavelmente era uma sala que havia em um dos pórticos do átrio das mulheres. Treze receptáculos em forma de trombeta haviam sido postos ali. para receber as doações, e esses eram guardados e supervisionados pelos sacerdotes. O doador estava obrigado a declarar a soma que estava prestes a oferecer, e também deveria estabelecer o ritual especial para cujo propósito a oferta estava sendo feita. Isso significava que qualquer pessoa que estivesse a uma distancia conveniente, poderia saber qual a quantia das ofertas. Isso, por si mesmo, deve ter sido um motivo de embaraço para aquela pobre viúva, que pouco tinha para contribuir. Também aquela era uma ocasião que os cidadãos abastados exploravam, porquanto declaravam em alta voz a grande e generosa quantia que estavam dando, e assim obtinham certa gloria nessa sua ostentação. Os treze receptáculos estavam assinalados por letras do alfabeto hebraico, e achavam-se ali para recolher as doações para uma multidão de diferentes propósitos, tanto religiosos como sociais.

LIÇÕES QUE PODEMOS EXTRAIR DESTA PASSAGEM:

1.     CIRCUNSTÂNCIAS QUE ELA OFERTOU - v42.
ü Era viúva, ou seja, sem marido, o provedor e sustentador da sua casa e família;
ü Era pobre, ou seja, não era uma pessoa financeiramente rica, era desprovida de bens, posses e fartura financeira.
ü A pessoas que dizem quando eu melhorar de situação, vou ser um ofertante e um dizimista.
ü Não é a situação que determina a sua oferta, mas sim sua liberalidade.

2.     JESUS E A OBSERVAÇÃO DA POSTURA INTERIOR DO OFERTANTE - v41; Lc21.1.
ü Que Jesus observa a cada ofertante. Ele sonda nossos corações e sabe qual a verdadeira motivação do nosso ofertar:
ü Você sabia que antes de Jesus julgar nossos atos, ele julga as motivações destes atos. Cantar para Ele é algo importante; mas o Senhor julgará o que nos leva a cantar. Pregar é nossa missão maior; mas, a despeito do pregador ser um exímio orador, o Senhor não julga os valiosos talentos do mesmo, mas, julga o verdadeiro motivo que o leva a pregar.
ü De igual modo no caso da contribuição cristã; é admirável alguém que se dispõe a ofertar para a Obra de Deus, mas, jamais devemos nos esquecer que Jesus continua junto ao gazofilácio, olhando para nós e sondando as verdadeiras motivações de cada ofertante.
ü Prova Bíblica que Deus olha a postura - Gn4.
ü Lógico que Jesus está interessado na postura interior do ofertante, ou seja, Jesus não deseja que ofertamos com o coração cheio de rancor, mágoa, ódio, ou com sentimento de ser o melhor ou se aparecer, se destacar diante dos homens - Mt6.1-4.   

3.     QUALIDADE E QUANTIDADE - v41,42.
ü O que esta em questão não é a quantidade, se é mil, ou dois mil reais, mas sim se é o verdadeiro, o real.
ü Os homens tem a tendência de valorizar os montantes, a quantidade, mas Deus se firme e baseia na qualidade da oferta.
ü Jesus tem uma balança e Ele sabe quando uma oferta ou dizimo foi realmente com qualidade ou somente com o intuito de preencher relatório ou dar uma satisfação ao pastor, o ministério, ou para se aparecer.
ü Isto esta bem destacado no Livro de Malaquias - (Ml 1.7-14). Oferta defeituosa; O Senhor foi desonrado nas ofertas do povo, nos dias do profeta Malaquias, porque traziam ao altar da Casa de Deus, ofertas defeituosas, quando podiam trazer o melhor para Deus.

4.     O PREÇO QUE ELA PAGOU, PARA HONRAR A DEUS, E SER APROVADA DIANTE DE DEUS - v44.
ü A bíblia diz que era ...tudo quanto tinha..., ou seja, esta oferta lhe custou muito, estava ali suas economias, seu sustento.
ü Aprendamos a honrar ao Senhor oferecendo a Ele o nosso melhor:
ü “...porque não oferecerei ao Senhor, meu Deus, holocaustos que me não custem nada...” - (2Sm24.24).
ü Toda oferta aprovada por Deus custou para o seu ofertante alguma coisa; Veja, Abraão, Davi, Salomão, Jesus e outros mais...

Conclusão - Vamos ofertar e dizimar independente da circunstancia, com postura correta, com qualidade e ainda que nos custe algo.
Pr. Ademilson Gomes de Oliveira.


quarta-feira, 20 de setembro de 2017

         AS SEIS MAIORES NECESSIDADES DO HOMEM.


         Introdução: Na benção aaronica, Deus prove e atende vários aspectos da vida do homem,
         - "Social",
         - "Físico",
         - "Material",
         - "Espiritual",
         - "Eterna".

         AS SEIS PROVIDÊNCIAS DE DEUS, PARA AS MAIORES NECESSIDADE DO HOMEM:

         1. Abençoe. (SUCESSO). No hebraico temos a palavra barak, termo usado positivamente para indicar “bênção”. Aparece por (415) quatrocentas e quinze vezes no Antigo Testamento.
         Abençoar, no Antigo Testamento, significava "dotar de poder para o sucesso, para prosperidade, para fecundidade, e para longevidade".

         2. Guarde. (PROTEÇÃO). No hebraico, shamar, “guardar”, “observar”, “proteger”. O shimmur era a “vigília noturna” - (Ex12.42).
         E termo usado (5420) por cinco mil, quatrocentas e vinte vezes no Antigo Testamento, com sua variedade de significados.
         Yahweh nos observa; cuida de nos; guarda-nos. Ele é um vigia que nunca descansa, certificando-se de que estamos seguros e abençoados.
         Existe a proteção humana. Mas esta em pauta a proteção divina.

         Há perigos que precisam ser evitados; ha benefícios a serem recebidos.

         Os crentes são guardados “do fim do mundo; da maldade; de Satanás; do mal do pecado; de se desviarem; são mantidos em um estado de graça para a salvação eterna”.

         Deus nos guarda mediante o Seu favor permanente, que se manifesta em nosso favor, de multas maneiras diferentes. Sua presença nunca se afasta, e Ele e o nosso vigia.

         3. Faca resplandecer o seu rosto. (COMUNHÃO). Isso quer dizer, “de Sua aprovação, e iluminação”. O rosto do Senhor é luz para a alma. Mas o individuo também recebe a bênção do rosto divino, que aprova e ilumina.

Deus e o Sol da Justiça. Sua iluminação transforma a alma. Nessa iluminação há comunhão. Mas o individuo também pode gozar do contato pessoal com o poder divino.

         4. Tenha misericórdia de ti. (GRAÇA PARA SUCUMBIR OBSTÁCULO). No hebraico lemos a palavra hen, "favor", equivalente a “graça” (no grego, xáris) do Novo Testamento, Indicando alguma coisa “dada gratuitamente”. Uma palavra cognata, aparece no hebraico em Jó41.1, que significa “conceder um favor”, “sentir compaixão”.
         Nossa versão portuguesa diz “acordo”. Deus esta sempre pronto a intervir e conceder-nos tudo de quanto carecemos, tudo quanto nos for útil, tudo quanto promover nossa missão e bem-estar. Em Yahweh temos tudo quando for necessário para a vida e a existência. Oh, Senhor, concede-nos tal graça!

         5. Levante o seu rosto. (PRESENÇA). No hebraico temos panim, "face", “presença”. Ele “volta-se” para Seus filhos, disposto a fazer-lhes o bem, conforme essa expressão pode significar. E eles contemplam o Seu rosto com expectação; em Sua graça, supre-lhes todas as suas necessidades. Os homens anelam por ver o rosto de Deus. Mas Seu rosto esta sempre presente, para aqueles que O buscam. Um homem poderia perecer, se visse a face de Deus (Ex19.21); mas, para o homem espiritual, essa contemplação redunda em bem. Na dispensação do Novo Testamento, Cristo e a face de Deus e, a contemplação de Seu rosto, vamos sendo transformados segundo a Sua imagem (2Cor3.18).

         6. E te de a paz. (PACTO). No hebraico, paz é a familiar palavra shalom. A raiz dessa palavra significa “termino”, “cumprimento”, Indicando que a pessoa que goza de paz entrou em um estado de “integridade” e “unidade”, em uma condição e em um lugar onde impera a harmonia. Quando duas partes acordavam, ambas entravam em um estado de harmonia e contentamento.
         Nas formas adjetivadas da palavras, estão contidas as idéias de “perfeição” e de “algo terminado”.
         A paz de Deus e uma provisão de pacto. O povo que entrou em pacto com Deus habita em Sua paz.

A paz e um dos aspectos do fruto do Espírito - (Gálatas 5.22,23). A paz consiste na ausência de discórdia, e também no consolo do amor. E segurança, mas também e a bênção eterna da harmonia com Deus. Há paz na retidão. Há paz no ministério do Espírito, o qual cultiva em nos o Seu amor. Jesus e o Príncipe da Paz (Isaias 9.6).


Conclusão: Sucesso, proteção, comunhão, graça, presença, pacto.